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Professora marcante


Em 1970 até 1980,  quando estudei os professores  eram rígidos, bem diferente dos atuais, pois não havia: diálogo, nem motivação. Existia um momento politico repressor, a “ditadura” dos anos 70. Alguns mestres chegavam a agredir atirando algo em cima dos alunos, ou humilhá-los com castigos. Somente ao chegar ao ensino fundamental, chamado na época científico, tive Antonieta como  professora de Literatura responsável pelo meu primeiro contato com os livros, surgindo o gosto pela leitura e literatura. Depois de apresentado esse universo não tinha como não gostar da disciplina e viajar nos livros. Atualmente a comunicação é mais leve, o professor não é um Deus ou autoridade em sala de aula, não está para intimidar, ou somente para passar conhecimento, mas principalmente motivar, promover inclusão social, interação com o aluno, família, comunidade, enfim, há uma troca.  O momento politico talvez não seja um dos melhores, mas já é outro  diferente do anteriormente mencionado, até a educação deve ser democrática.  Houve mudanças, melhorias, onde o aprendizado como um processo, não poderia ser diferente. Também creio que devo mencionar outro professor, o de artes, José Antonio, ele era muito extrovertido, tanto que assustava. Contudo, com ele podíamos representar no palco algumas peças teatrais o que era muito prazeroso. Boas lembranças, nem todas cabem descrever nesse momento, mas entre o passado e o presente, bom é perceber que as mudanças foram para melhor, e  que ainda conseguiremos mais adiante.

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