18 de dez. de 2018

Caminhar sem voar

  • Por medo das pessoas proporcionei um abandono a minha pessoa. Sozinha,  numa tristeza doída não mais encontraria saída não houvesse ter voltados aos meus escritos, a estudar, a conhecer novas pessoas novas. Tomei rumo à liberdade em meio à diferentes pessoas não podendo generalizar nunca em nada, em nenhum sentido. Viva a vida compartilhada,  ao carinho, o companheirismo, o contato,  então sair do buraco, ou da toca, e novamente prosseguir. Há escaladas da vida impossíveis de cumprir sozinha para enxergar o mundo. Consigo caminhar, as vezes ando sozinha com alguma dor, mas sem pesos carregados de venenos que a vida não vivida deixa no coração, arranha a alma, acaba com a derme, destrói tua luz. Agora só lembranças dolorosas, e os tropeços da idade são permitidos, só não se admite não levantar.

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