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30.6.09

O pão nosso de cada dia, dificilmente deglutido


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Nas páginas apresentadas muitas vezes não podemos estabelecida e exposta. Quanto mais poderemos esperar por trás disso tudo?

A saudade petrificada em forma de tristeza não permite sorrir. Tem um vulto passado, carregado, jamais apagado. Tem os pássaros, os abutres e as malditas asas inalcançáveis. O que seria do vôo sem o abismo para propiciá-lo? Quem traria as asas desse vôo nato?
Como se pudéssemos trazer a tona da mente o corpo. Emergir da lama pobre ou do outono passado o ato de voar para o verão e a primavera, extintos.  Ressurgir a luz da resolução.
As estatísticas precisam prevalecer aos homens de gravata e poder doentio. Porque viver, conduzir, planejar, executar e enxergar, entre o óbvio e o humanizado, entre o ideal e a realidade, entre a extrema simplicidade e o fatal, são desnecessariamente embaraçados.  Os sãos deixam-se ser arrastados pelos doentes. A probabilidade de acertos com a fúria de uma fria administração, poderá ser a curto ou em longo prazo, inevitavelmente, fará o mal prevalecer. Mal estabelecido, difícil restabelecer. Impossível conviver com a carniça e os abutres em vão poder.nxergar a verdade 

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