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22.10.18

o QuE sErIa






Raro lido em livro findo que nem rindo mexerico vale a pena no tinteiro derramar. Força caixa entupida de gente, onde ouço vozes escassas,

num abafado estalar de gritos contidos dos que ousam pensar. 
Esmagador vácuo onde imaginam que vivem, hora enganam se que submersos pensar existir.
Engano de vida, ilhada, que assim sonham viver. 
Nesta caixa lotada de gente, meu coração sangra só, como se atolada sufoca-me o entrelaçar de viver, que seria conviver, imóvel morro sufocada pela cegueira alheia, que as correntes de ar hiper ventila, mata a sufocar, desoxigenamento cerebral, amputamento venoso, torrentes de ar, não respiro, apneia, dur mo no escuro, no seio da noite.


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