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Mostrando postagens de Outubro, 2018

Pato logo ia.

Dor no fígado, estenose hepática na coluna, escoliose  no sangue a leucopenia ombros, mão e dedos, tendinite demais "ites" se quase não vê ao longe, miopia se nem  ao menos de perto, astigmatismo  articulações todas doloridas -febre reumática-  sangue ruim, neutropenia nódulos vários até um indeterminado dores nas pernas, pé chato gastrite corriqueira alergias, asma, enfisema pulmonar e assim vou vivendo com uma bomba relógio em mim.

Viso

o QuE sErIa

Raro lido em livro findo que nem rindo mexerico vale a pena no tinteiro derramar. Força caixa entupida de gente, onde ouço vozes escassas,

num abafado estalar de gritos contidos dos que ousam pensar.  Esmagador vácuo onde imaginam que vivem, hora enganam se que submersos pensar existir. Engano de vida, ilhada, que assim sonham viver.  Nesta caixa lotada de gente, meu coração sangra só, como se atolada sufoca-me o entrelaçar de viver, que seria conviver, imóvel morro sufocada pela cegueira alheia, que as correntes de ar hiper ventila, mata a sufocar, desoxigenamento cerebral, amputamento venoso, torrentes de ar, não respiro, apneia, dur mo no escuro, no seio da noite.

NEGRINHA - Monteiro Lobato

"Na emoção sentida durante a leitura do conto “Negrinha”, de Monteiro Lobato, arrastando a dor da personagem que nos faz perceber que, mais do que o trajeto de sua vida até a morte, ainda carregamos na humanidade os preconceitos de antes. Uma leitura é capaz de mudar o mundo. Acreditamos nisso."Josefina Maria.

"NEGRINHA - Monteiro Lobato 
Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta?? Não. Fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados. Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos de vida, vivera-os pelos cantos escuros da cozinha, sobre farrapos de esteira e panos imundos. Sempre escondida, que a patroa não gostava de crianças. Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada pelos padres, com lugar certo na igreja e camarote de luxo no céu. Entaladas as banhas no trono uma cadeira de balanço na sala de jantar, — ali bordava, recebendo as amigas e o vigário, dando audiências, discutindo o tempo. Uma virtuosa senhora, em suma …

O USO DE FERRAMENTA TECNOLÓGICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM SÉRIES INICIAIS

Rute Vasconcelos Santos Josefina Maria dos Santos Érika Caroline da Silva
Apesar dos avanços tecnológicos, muitas escolas apresentam resistência ao uso de tecnologias aplicadas ao ensino. No que se refere aos smartphones, em especial, essa resistência torna-se ainda maior, posto que muitas instituições proíbem o uso de celulares durante as aulas por considerarem que a ferramenta pode atrapalhar. Contrariando essa concepção, tentamos demonstrar que a tecnologia pode ser uma aliada no processo de ensino-aprendizagem. Para tanto, este trabalho tem como objetivo relatar uma experiência de ensino de língua portuguesa em uma turma do 5º ano do Ensino Fundamental. Para isso, aplicamos uma atividade de revisão ortográfica com o auxílio da plataforma Kahoot. Destaca-se que essa ferramenta tecnológica permite a criação de questionários, em formato de jogo interativo, com conteúdos programáticos relacionados a quaisquer disciplinas. O referencial teórico que fundamenta este estudo está centrado…

Senhor tempo

Que eu possa viver com os limites e o controle de chaves de tempos marcados por minha pessoa que controlar eu possa minha vida e traçar enxergando nas futuras raízes;  bons costumes,  valores decentes  e permitir ver um mundo melhor.  Quão simplesmente melhor possa contornar as chaves e limitar maldades. Tão pouco para grandiosas melhorias. Súbito é o passar do tempo que nunca chega a trazer nada de novo.  Envelhecendo teus ais e ferindo com marcas do tempo.

"enfisematologia vitidiana"

Tento envelhecer a alma e  não consigo. Quanto mais o tempo marca o físico, mais sinto que rejuvenesço por dentro de mim, em atitudes que agora nem controlo tanto. Permito -me ousar, falo o que penso e  não procuro nem pesar ou medir o que irão pensar, oras bolas. A antítese se instala e esbarra na ironia. Se amadurecer é ultrapassar valores, prefiro viajar na “irresponsabilidade” de adolescer eternamente. Quanto mais o tempo marca, mais descompassa  o contraste dos passos de pés descalços, do tempo que vai em vão, em raríssimas  horas. Andei com sinais de w ifi, refiz uma rede da qual nem pudera sentar, descansara no magnetismo de uma alma que não envelheceu, estabilizara a conexão a Ti. A antítese se instala e esbarra na ironia, o físico sem rejuvenescer.  Se amadurecer é ultrapassar valores, de bolsa que cai não cai, prefiro viajar na inconsequência  de adolescer eternamente, a enxergar vítimas da intolerância corriqueira e mesquinha. Tem uma tristeza instalada, precisaria partir e nun…