Google+ Followers

30.6.09

O pão nosso de cada dia, dificilmente deglutido


Prints021
Nas páginas apresentadas muitas vezes não podemos estabelecida e exposta. Quanto mais poderemos esperar por trás disso tudo?

A saudade petrificada em forma de tristeza não permite sorrir. Tem um vulto passado, carregado, jamais apagado. Tem os pássaros, os abutres e as malditas asas inalcançáveis. O que seria do vôo sem o abismo para propiciá-lo? Quem traria as asas desse vôo nato?
Como se pudéssemos trazer a tona da mente o corpo. Emergir da lama pobre ou do outono passado o ato de voar para o verão e a primavera, extintos.  Ressurgir a luz da resolução.
As estatísticas precisam prevalecer aos homens de gravata e poder doentio. Porque viver, conduzir, planejar, executar e enxergar, entre o óbvio e o humanizado, entre o ideal e a realidade, entre a extrema simplicidade e o fatal, são desnecessariamente embaraçados.  Os sãos deixam-se ser arrastados pelos doentes. A probabilidade de acertos com a fúria de uma fria administração, poderá ser a curto ou em longo prazo, inevitavelmente, fará o mal prevalecer. Mal estabelecido, difícil restabelecer. Impossível conviver com a carniça e os abutres em vão poder.nxergar a verdade 

25.6.09

Um selva maldita



1960000?coisas refinadas onde impera formalidade certamente existe demagogia escarrada. Desde quando  fora humano, deixando de ser anjo, nada pode fazer. Cuidar das pobres crianças adultas é mais difícil que fazer anoitecer. Existe esta selva maldita e não podemos deixar de ver o mal prevalecer. Imploro aos deuses que fazer para evitar o mal  crescer, destas crianças desprotegidas de luz, dos diabólicos psicopatas enlouquecidos pelo poder. Anjo sem asa não voa, cego não vê e você não enxerga porque não evita oque está para acontecer