30 de jun. de 2009

O pão nosso de cada dia, dificilmente deglutido







Nas páginas apresentadas muitas vezes não podemos enxergar a verdade estabelecida e exposta. Quanto mais poderemos esperar por trás disso tudo?
A saudade petrificada em forma de tristeza não permite sorrir. Tem um vulto passado, carregado, jamais apagado. Tem os pássaros, os abutres e as malditas asas inalcançáveis. O que seria do vôo sem o abismo para propiciá-lo? Quem traria as asas desse vôo nato?
Como se pudéssemos trazer a tona da mente o corpo. Emergir da lama pobre ou do outono passado o ato de voar para o verão e a primavera, extintos. Ressurgir a luz da resolução.
As estatísticas precisam prevalecer aos homens de gravata e poder doentio. Porque viver, conduzir, planejar, executar e enxergar, entre o óbvio e o humanizado, entre o ideal e a realidade, entre a extrema simplicidade e o fatal, são desnecessariamente embaraçados. Os sãos deixam-se ser arrastados pelos doentes. A probabilidade de acertos com a fúria de uma fria administração, poderá ser a curto ou em longo prazo, inevitavelmente, fará o mal prevalecer. Mal estabelecido, difícil restabelecer. Impossível conviver com a carniça e os abutres em vão poder.nxergar a verdade

25 de jun. de 2009

Um selva maldita



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?coisas refinadas onde impera formalidade certamente existe demagogia escarrada. Desde quando fora humano, deixando de ser anjo, nada pode fazer? Cuidar das pobres crianças adultas é mais difícil que fazer anoitecer. Existe esta selva maldita e não podemos deixar o mal prevalecer. Implorar aos deuses para evitar o mal crescer, nas crianças desprotegidas de luz, dos diabólicos psicopatas enlouquecidos pelo poder. Anjo sem asa não voa, cego não vê, e você que enxerga por que não evita oque está para acontecer?